10 novos recordes de artistas em leilão, estabelecidos em maio de 2023

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Com o fim da temporada de leilões em Nova York, confira quem são os artistas com novos recordes

Quase US$ 2 bilhões em obras de arte foram vendidos em Nova York pelas três principais casas de leilão – Christie’s, Sotheby’s e Phillips – ao longo de duas semanas. Essa soma, embora significativa, representa um total muito reduzido em comparação com o mesmo período dos anos anteriores: no ano passado, por exemplo, registrou cerca de US$ 2,5 bilhões em vendas.

Dentro deste panorama, vários artistas bateram recordes importantes sob o martelo. Aqui, selecionamos 10 resultados notáveis alcançados durante os leilões de maio.

  • Spider, 1996, vendida por US$ 32.8 milhões (6% abaixo da estimativa média) na Sotheby’s
  • Ohne Titel, 1970, vendida por US$ 6.4 milhões (3% acima da estimativa média) na Sotheby’s
  • Simone Leigh, Las Meninas II, 2019, US$3.1 milhões (3% acima da estimativa média) na Sotheby’s
  • Nicole Eisenman, Night Studio, 2009, US$ 2.4 milhões (143% acima da estimativa média) na Sotheby’s
  • El Anatsui, Prophet, 2012, US$ 2.3 milhões (123% acima da estimativa média) na Christie’s
  • Diane Arbus, A box of ten photographs, 1973, US$ 1 milhão (8% abaixo da estimativa média) na Christie’s
  • Justin Caguiat, To the approach of beauty its body is fungible, 2020, US$ 787,400 (350% acima da estimativa média) na Sotheby’s
  • Robin F. Williams, Ice Queen, 2019, US$ 428,400 (243% acima da estimativa média) na Christie’s
  • Vivan Springford, Untitled (Tanzania Series), 1971, US$ 241,300 (141% acima da estimativa média) na Phillips
  • Lois Dodd, Burning House with Clapboards, 2007, US$ 215,900 (208% acima da estimativa média) na Phillips
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