Manifesta quer levar sua edição de 2028 à Ucrânia

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A bienal itinerante da Europa recebeu uma carta de intenção do Instituto Ucraniano de Cultura para sediar a Manifesta 17

A última edição da Manifesta acabou de ser inaugurada neste mês, mas os planos para uma das próximas edições da bienal já estão em andamento.

Na semana passada, em uma coletiva de imprensa inaugurando a Manifesta 14 em Pristina, Kosovo, a fundadora e diretora do evento de 18 anos, Hedwig Fijen, disse que está propondo uma iteração da mostra em Kyiv para 2028. Os projetos de apoio à futura bienal podem começar já no próximo ano.

O objetivo, disse Fijen à Artnet News, é “ajudar a reconstruir e fortalecer o ecossistema cultural e a infraestrutura da Ucrânia nos próximos seis anos”.

Diretora-fundadora da Manifesta, Hedwig Fijen

Diretora-fundadora da Manifesta, Hedwig Fijen

A exposição seria uma iniciativa conjunta entre a Fundação Manifesta e o Instituto Ucraniano de Cultura. Outro ponto central na visão da fundadora é que as cidades-sede de edições passadas e futuras – como Zurique, Roterdã e Palermo – “adotem” instituições locais de arte e educação na Ucrânia.

Fijen explicou que colocou a ideia em prática logo após a invasão russa e que “foi recebida com grande entusiasmo tanto do lado ucraniano quanto europeu”.

Normalmente, a direção é apenas parcialmente responsável pela escolha das cidades-sede da bienal. De acordo com as regras, cidades e regiões devem se inscrever para sediar uma edição da mostra. O Instituto Ucraniano enviou uma carta de intenção para sediar a Manifesta 17 em 2028, confirmou Fijen.

Mais informações sobre a proposta de 2028 serão disponibilizadas nos próximos meses, disse Fijen.

 

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