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O
Museu detém um acervo impressionante de peças relacionadas com o
culto doméstico e público dos primeiros séculos da história de São
Paulo. São mais de quatro milhares ao todo, entre imagens, oratórios,
talhas de altares, alfaias, pinturas sacras e paramentos litúrgicos.
Em sua quase totalidade, trata-se de peças de arte brasileira, a
maioria paulista, executadas durante três séculos: do início do
século XVI até o final do século XIX, a infância e adolescência
desta grande Nação Brasileira.
O
acervo foi reunido no início do século XX pela Cúria Metropolitana,
enriquecido posteriormente por doações de particulares. Hoje o Museu
funciona como um esforço conjunto do Governo do Estado de São Paulo
e a Mitra Arquidiocesana, esta última cedendo em comodato o acervo
e o Governo provendo a infra-estrutura de Direção e Administração.
Recebe uma visitação anual superior a 50 mil.
Anexo
ao Museu principal está o Museu do Presépio, reunindo várias dezenas
de representações, populares e eruditas, do Nascimento de Jesus,
provenientes de diversas regiões do Estado e de muitas partes do
mundo, dentre os quais se sobressai o extraordinário Presépio Setecentista
Napolitano.
O
Museu cumpre a inestimável função de preservar este legado artístico
do passado, que no dizer abalizado do Prof. Carlos Lemos é “a sede
da memória da gens paulistana”. Mas ele é também o ponto de partida
para inúmeros estudos acadêmicos de história da arte que restam
por fO Museu detém um acervo impressionante de peças relacionadas
com o culto doméstico e público dos primeiros séculos da história
de São Paulo. São mais de quatro milhares ao todo, entre imagens,
oratórios, talhas de altares, alfaias, pinturas sacras e paramentos
litúrgicos. Em sua quase totalidade, trata-se de peças de arte brasileira,
a maioria paulista, executadas durante três séculos: do início do
século XVI até o final do século XIX, a infância e adolescência
desta grande Nação Brasileira.azer. Este imenso elenco ainda bastante
indiscriminado de obras forma um panorama dentro do qual será possível
agrupar obras da mesma lavra ainda que o artista permaneça não identificado,
ordenar esta produção no tempo, descobrir filiações artísticas e,
finalmente, mapear um vetor evolutivo na arte dos tempos coloniais
e estabelecer seu nexo com outros aspectos culturais, religiosos
e sociais.
Visitar
o Museu de Arte Sacra é nos realimentar com a seiva das nossas próprias
raízes culturais e, como prêmio, desfrutar de inesgotável encantamento
e harmonia.
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